2007 foi um ano de peso para a cena manauara. Depois das excelentes passagens de Scorpions, Symphony X, Matanza e Shaman, agora a capital amazonense recebe pela quarta vez o SEPULTURA, em um show da turnê do álbum "Dante XXI".
O show rolou em clima de mini-festival, com a presença de mais quatro bandas que, teoricamente, deveriam fazer a aber-
tura, mas quem de fato abriu a festa, às 21h30, foi a IMMORTAL CHOIR, banda que ressurge no cenário local após quase dois a- |
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nos de recesso. Com uma apresentação baseada em seu álbum de es-
tréia ("The Great Vast Forest"), Sandro (vcl), Rodrigo, Raoni (gtrs), Eurico (bxo), Alfredo (tcl) e Beto (btr) cumpriram com competência a missão de esquentar o público ao som de alguns covers (Manowar, Viper, IRON MAIDEN e Blind Guardian) e canções próprias ("The Battle of the Moonstone", "Beyond the Mist" e "Dance of the Sacrifice").
Às 22h45, ao som da intro "Lost", Andreas Kisser, Paulo Jr. e o novato mas extremamente competente Jean Dolabella sobem ao palco. Na seqüência adentra o carismático Derrick Green para detonar 100min de clássicos do Heavy Metal.
Intercalando sons do último disco ("Dark Wood of Error") com eternos hinos
"Refuse/Resist", "Territory", "Arise",
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"Troops of Doom" e "Beneath the Remains") o SEPULTURA mostrou que apesar das adversidades ainda é um nome a ser respeitado no cenário metálico mundial, e quase quatro mil pagantes deixaram bem claro que a "nação sepultura" continua viva e forte.
Uma brincadeira com a introdução de algumas músicas que já não integram o set-list da banda, como "From the Past Come the Storm", "Septic Schizo" e "Orgasmatron" quase leva os mais saudosistas às lágrimas, mas foi no já aguardado final que a casa veio abaixo... "Sepultura do Brasil!", anuncia Derrick. É o que basta para o chão tremer ao som de "Roots Bloody Roots".
Finda o show mas não a festa. Mesmo com um público reduzido, às 0h40 sobem ao palco os mestres do Thrash Metal local, a NEKROST. Poucos pescoços permaneceram intactos, destaques para os covers de |
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Kreator, Destruction e Slayer. A HAWAKE veio em seguida com uma bem dosada mescla de hard rock com o tradicional metal oitentista, mas conseguiu manter o pique para o final com o PANTERA Cover.
Uma bela festa que fecha com chave de ouro um dos melhores anos que a metrópole da selva teve em se tratando de shows.
Que 2008 seja, pelo menos, no mesmo nível! |
* o texto divulgado é de total responsabilidade do autor.
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Sobre o autor:
Marcello Dores, Geógrafo (atualmente con-
cluindo Psicologia pela UFAm), acompanho a cena Metal desde 1985 (Rock in Rio I), meu primeiro disco foi da banda de hard rock Heart. Meu estilo favorito é o Thrash Metal da década de 1980, mas minha banda de cora-
ção é o Black Sabbath (me desculpem os radi-
cais, mas 'Eternal Idol', 'Headless Cross' e 'Tyr' (todos da fase Tony Martin são os melho-
res) Hoje, minhas bandas favoritas foi literal-
mente de A a Z (AC/DC, Blind uardian, Cradle of Filth, Deep Purple, Exodus, Flotsam & Jetsam, Grave Digger, Helloween, Iced Earth, Judas Priest, Kiss, Lacuna Coil, Manowar, Nightwish, Overkill, Pantera, Queensryche, Running Wild, Samael, Tiamat, Uriah Heep, Venom, Warlock, Xandria, Yngwie Malmsteen e ZZ Top) |
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